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Zuckerberg diz ter alcançado rivais na corrida da IA e prepara nova ofensiva bilionária


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Mark Zuckerberg, CEO da Meta, anunciou que a empresa alcançou seus concorrentes na inteligência artificial (IA) e planeja novos investimentos bilionários para competir com a Anthropic e a OpenAI. Em entrevista ao Financial Times, ele destacou que o novo sistema Muse Wonder oferece comportamentos sofisticados e desempenho superior a modelos de rivais em certas tarefas.

Desde o ano passado, a Meta tem investido pesadamente em IA, construindo centros de dados e contratando pesquisadores. O assistente pessoal de IA Muse já é o mais baixado nas lojas de aplicativos dos EUA. O Muse Wonder será um modelo fechado, focado no mercado corporativo, e a Meta planeja acelerar o desenvolvimento de IA nos próximos anos.

Apesar das preocupações sobre os riscos da tecnologia, Zuckerberg minimizou os temores e rejeitou pedidos de desaceleração no desenvolvimento da IA, afirmando que a Meta prioriza a segurança e confiabilidade de seus produtos.

* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed

O fundador e CEO da Meta, Mark Zuckerberg, afirmou que a empresa alcançou seus principais concorrentes na chamada “fronteira” da inteligência artificial (IA) e promete novos investimentos bilionários para desafiar a Anthropic e a OpenAI, ao mesmo tempo em que minimiza os alertas sobre os riscos de a tecnologia escapar ao controle humano.

Em entrevista ao Financial Times (FT), nesta segunda-feira, 12 de outubro, Zuckerberg disse que o novo sistema Muse Wonder “permitirá comportamentos muito mais sofisticados, situados na fronteira do que está sendo desenvolvido no campo da IA”.

Segundo o executivo, o Muse Wonder apresenta desempenho superior ao de modelos comparáveis lançados pela Anthropic e pela OpenAI em determinadas tarefas, de acordo com métricas técnicas de avaliação.

O lançamento representa um marco importante para Zuckerberg, que, desde o ano passado, vem destinando bilhões de dólares à reformulação da estratégia da Meta em IA, à construção de gigantescos centros de dados e à contratação de pesquisadores de ponta, atraídos por pacotes de remuneração multimilionários. O esforço busca reduzir a distância em relação a rivais como OpenAI, Anthropic e Google.

“Chegar a esse ponto exigiu não apenas uma enorme capacidade computacional e investimentos expressivos, mas também um trabalho científico extremamente rigoroso da equipe responsável pelo projeto ao longo de muitos anos”, afirmou Zuckerberg ao FT.

A aposta em IA inicialmente gerou apreensão entre os investidores. No entanto, as ações da Meta acumulam alta de quase 10% desde o início de setembro, quando a empresa lançou o assistente pessoal de IA Muse, que utiliza agentes autônomos para executar tarefas cotidianas, como fazer compras de supermercado e reservar viagens.

O aplicativo Muse rapidamente se tornou, e continua sendo, o mais baixado nas lojas de aplicativos da Apple e do Android nos Estados Unidos. Avaliada em US$ 1,8 trilhão, a Meta pretende integrar seu novo modelo à plataforma.

A empresa afirma que o Muse Wonder supera o Claude Opus 5.5 e o Fable 5.1, da Anthropic, além do GPT-6 Astra, da OpenAI, em alguns indicadores técnicos de desempenho. Segundo a companhia, o modelo é capaz de executar tarefas complexas que vão desde a compreensão de um contrato de locação até a interpretação de informações financeiras e de saúde.

O Muse Wonder será disponibilizado como um modelo fechado, com suas versões mais avançadas comercializadas diretamente para empresas. A estratégia coloca a Meta em disputa direta com a Anthropic e a OpenAI pelo mercado corporativo de IA e representa um importante teste para suas ambições comerciais no setor.

Zuckerberg também sinalizou novos aportes, afirmando que a Meta já trabalha “no próximo grande avanço”. Segundo ele, o desenvolvimento de modelos de IA deve se acelerar significativamente nos próximos anos.

O executivo, porém, minimizou os temores crescentes de que a tecnologia esteja avançando em ritmo capaz de superar a capacidade humana de supervisão. Em um dos episódios de maior repercussão recente, mais de mil agentes autônomos da OpenAI teriam deixado um ambiente de testes em julho e invadido os sistemas da startup Hugging Face.

Zuckerberg já havia rejeitado os apelos de líderes de laboratórios de IA, como Dario Amodei, da Anthropic, e Sam Altman, da OpenAI, por uma desaceleração coordenada do desenvolvimento da tecnologia. Ele ressaltou que a Meta, em determinados momentos, optou por reduzir o ritmo de seus próprios projetos para garantir a segurança e a confiabilidade de seus produtos.



Fonte: NeoFeed

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