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os carros elétricos que saíram do Brasil em 2025

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Não é nem preciso dizer o quão movimentado foi o ano de 2025 quando o assunto é eletrificação. Só de marcas estreantes no país, tivemos cerca de oito novos players, todos de origem chinesa, que apostaram suas fichas em carros com algum tipo de eletrificação. Mas, em meio a esse avanço acelerado, nem todas conseguiram se sustentar no mercado brasileiro.

Ao decorrer do ano, vimos as despedidas de alguns modelos que já vinham sendo oferecidos há algum tempo, promessas que tentaram inovar e não vingaram e até mesmo carros de marcas tradicionais, com anos de Brasil, dando seu adeus definitivo. Relembre, abaixo, alguns deles.

Peugeot E-2008

Responsável por estrear a segunda geração do SUV compacto da Peugeot no país, o E-2008 chegou em novembro de 2022, ainda sem o visual da reestilização que o modelo com configuração flex ficou encarregado de lançar no Brasil.

Contra o modelo, pesava a baixa autonomia, de apenas 261 km (PBEV/Inmetro), menor até que compactos de entrada como o BYD Dolphin Mini, que faz 280 km (PBEV/Inmetro). Nem mesmo no consumo de “vida real”, como o que emulamos durante o primeiro teste de 100% a 5% no início do ano, fez milagres com o SUV, que só ficou acima do Dolphin e do GWM Ora 03 no ranking.

Outro fator que pode ter afetado suas vendas é o preço. Enquanto as versões tradicionais do Peugeot 2008 rondam a faixa de R$ 151.990 a R$ 181.990 (considerando apenas os preços de tabela), a versão elétrica, importada da Europa, tinha preço sugerido de R$ 259.990, quase o dobro.

Nissan Leaf

Um dos primeiros elétricos a serem comercializados no Brasil, o Leaf acabou sofrendo do mesmo mal que o acometia em outros mercados, ficando desatualizado em relação ao que a concorrência, principalmente a chinesa, passou a oferecer nos últimos anos.

O último modelo vendido por aqui pertencia à segunda geração, com formato mais próximo ao de um hatchback médio, e já estava sendo oferecido desde meados de 2024 apenas no formato de assinatura pelo Nissan Move, tendo suas últimas unidades entregues neste ano. Quando ainda era vendido, era oferecido por R$ 298.490. Sua autonomia também não era das melhores, atingindo apenas 192 km pelo PBEV/Inmetro.

Seres (a marca inteira)

Presente no Brasil desde julho de 2023, a chinesa Seres foi uma grande aventura que não deu certo no país. Ainda em 2024, a marca paralisou suas operações por aqui, fechando suas duas únicas concessionárias, uma em São Paulo e outra no Rio de Janeiro.

Inicialmente, a ideia da empresa era seguir o modelo da Tesla, ou seja, com toda a negociação dos modelos sendo feita pela internet, diminuindo ao máximo a dependência de uma rede de lojas. Não é nem preciso dizer que a ideia não deu certo, basta ver que a empresa emplacou apenas oito modelos em 2024, sendo cinco unidades do Seres 3, vendido por R$ 199.990, e três do Seres 5, de R$ 394 mil.

Com o fim das vendas, a empresa ainda passou alguns meses alegando que estava “reestruturando” suas operações, justificativa que se estendeu durante parte de 2025, enquanto unidades remanescentes de seus modelos foram desovadas em leilões, com preços bem inferiores aos pedidos na tabela oficial.



BYD D1 carro eletrico aplicativo preco brasil (3)

Lançado no Brasil em 2022, o BYD D1 foi um dos primeiros carros elétricos a ter uma proposta claramente direcionada ao uso profissional, especialmente motoristas de aplicativos, em parceria com a 99. Com portas traseiras corrediças, interior simplificado e foco em durabilidade, o modelo ocupava um nicho bastante específico no mercado nacional, diferente dos elétricos voltados ao consumidor final.

Apesar da proposta diferenciada, o D1 teve desempenho comercial limitado. A produção do modelo foi encerrada na China e, com isso, a BYD confirmou o fim das vendas no Brasil no final de 2024, tornando o D1 o primeiro elétrico da marca a sair de linha no país. Por ter deixado o mercado antes de 2025, o modelo não entra na lista principal desta matéria, mas ajuda a ilustrar como nem todas as apostas iniciais da eletrificação conseguiram se sustentar no longo prazo.

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Fonte: UOL

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