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Depois de casos no Japão e na França, chegou a vez de redes da Bélgica Bélgica, de Luxemburgo, da Estônia e da Suécia sofrerem com ciberataques que aqueceram os freezers a 50 graus
Os ataques cibernéticos têm se intensificado, afetando cadeias de suprimentos alimentares. Redes de varejo na Bélgica, Luxemburgo, Estônia e Suécia, como Coop e Colruyt, sofreram invasões que comprometeram seus sistemas de refrigeração.
Hackers ativaram o modo degelo dos freezers, elevando as temperaturas a 50ºC e estragando alimentos. Não há informações sobre a quantidade de produtos perdidos ou sobre os responsáveis pelos ataques, mas a situação destaca a vulnerabilidade do setor varejista a ameaças digitais.
Recentemente, na França, ataques semelhantes resultaram no descarte de toneladas de alimentos em redes como Carrefour e Monoprix. Em julho, no Japão, a Nichirei Corp teve seus dados roubados, levando à interrupção de 140 centros de logística refrigerados.
* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed
Faz tempo que os ataques cibernéticos vêm deixando as empresas em alerta, sobretudo, por conta do avanço da inteligência artificial que permite encontrar brechas com mais facilidade.
Mas, se antes eles se concentravam em roubos de senhas, dados e criptomoedas como o recente caso bilionário da Binance, agora estão causando danos nas cadeias de suprimentos alimentares.
Nesta segunda-feira, 2 de novembro, redes de varejo da Bélgica, de Luxemburgo, da Estônia e da Suécia sofreram com ataques a seus sistemas de refrigeração. Supermercados das redes afetadas incluem, por exemplo, a Coop, na Suécia, e a Colruyt, na Bélgica.
Hackers teriam acionado o modo degelo dos freezers, elevando as temperaturas a 50ºC, o que teria estragado os alimentos armazenados.
Até o momento, não há informações oficiais sobre a quantidade exata de alimentos perdidos em decorrência dos ataques, tampouco sobre os responsáveis ou as motivações por trás das invasões. Os episódios, entretanto, evidenciam a crescente vulnerabilidade do setor varejista frente às ameaças digitais.
Nos últimos meses, vários casos chamaram a atenção das autoridades ao redor do mundo. Em outubro, ataques foram registrados aos freezers de varejistas na França atingindo centenas de lojas que foram obrigadas a descartar toneladas de alimentos estragados.
Por lá, hackers também alteraram os padrões de temperatura de refrigeradores em redes como Carrefour, Monoprix, Intermarché e Coopérative U.
Em julho, no Japão, a Nichirei Corp, uma das maiores distribuidoras de alimentos do país, teve seus dados roubados por um grupo de hackers da Rússia.
Para evitar que seus sistemas fossem comprometidos, desligou tudo – o que causou a interrupção de 140 centros de logística refrigerados que abasteciam 5 mil pontos comerciais no país.








