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Eletrificados crescem 47% e ajudam a segurar o mercado em queda no Brasil

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O mercado brasileiro de veículos leves encerrou novembro de 2025 com 226,4 mil emplacamentos, queda de 8,8% sobre outubro e retração de 6,0% frente ao mesmo mês de 2024. Apesar do recuo no volume total, os eletrificados seguem sustentando o único movimento de expansão consistente no setor. Os dados são da Bright Consulting.

Foram 19 dias úteis no mês, com média diária de 11,9 mil unidades — acima de outubro, mas ainda abaixo do ritmo de novembro do ano passado. No acumulado, o Brasil soma 2,28 milhões de licenciamentos, apenas 1,3% acima de 2024, reforçando um cenário de estagnação no mercado de modelos a combustão.



Chevrolet Spark EUV - PACE no Salão do Automóvel

Foto de: InsideEVs Brasil

Venda direta segura o ano; varejo segue fraco

A venda direta representou 51,7% do volume do mês, mantendo o padrão de 2025, em que quase metade dos emplacamentos depende de frotas e locadoras. No varejo, o movimento ainda é de cautela: retração de 13% m/m e 5,8% a/a. No acumulado, as vendas diretas crescem 6,2%, enquanto o showroom recua 2,8%.

Eletrificados: crescimento estrutural forte, apesar da oscilação mensal

Os eletrificados somaram 24.893 unidades em novembro — queda de 7% sobre outubro, mas crescimento expressivo de 46,6% frente a novembro de 2024. O segmento alcançou participação de 11% no mês e 10,5% no acumulado do ano, muito acima dos 6,8% de 2024.

A distribuição por tecnologia mostra equilíbrio entre carros elétricos BEV (31,3%) e híbridos plug-in PHEV (32,8%), seguidos por MHEV (19,4%) e HEV (16,5%). Os líderes por powertrain reforçam tendências de mercado:

  • BEV: BYD Dolphin Mini (2.881)

  • PHEV: BYD Song Plus (2.504)

  • MHEV: Fiat Fastback (1.756)

  • HEV: Toyota Corolla Cross (1.187)

Com a escalada dos eletrificados, cresce também o peso das marcas chinesas, que fecharam o mês com 10,8% do mercado total, mantendo o padrão de participação em dois dígitos.

Conclusão

O mercado geral recua, mas os eletrificados seguem como o único vetor claro de crescimento estrutural em 2025. A volatilidade mensal não muda a tendência: o Brasil avança de forma acelerada na adoção de tecnologias elétricas e híbridas, enquanto o varejo tradicional ainda opera em ritmo lento.

Fonte: Bright Consulting

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Fonte: UOL

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