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QI Tech é única empresa de ‘banking as a service’ com rating ‘AA(bra)’ pela Fitch


A QI Tech, líder em infraestrutura para serviços financeiros, teve seus ratings nacionais de longo prazo elevados pela Fitch Ratings de AA-(bra) para AA(bra), com perspectiva estável. A elevação vale para a QI Participações e para sua subsidiária QI Sociedade de Crédito Direto (QI SCD). A agência também afirmou os ratings nacionais de curto prazo de ambas em F1+(bra), a nota máxima de curto prazo na escala nacional da Fitch.

Segundo relatório da agência, a elevação reflete os ganhos de escala do grupo, com crescimento das receitas operacionais e maior diversificação entre suas principais verticais de negócio. Em 2025, a receita operacional líquida da QI Tech cresceu 123% em relação ao ano anterior, ritmo que se manteve no primeiro semestre de 2026. Com a nova nota, a QI Tech se consolida como a única instituição de banking as a service com rating AA pela Fitch.

“Há um ano, a Fitch nos atribuiu o rating AA-(bra) com perspectiva positiva, sinalizando que esperava ver a QI Tech seguir crescendo com solidez. A elevação para AA(bra) confirma que entregamos exatamente isso. Nossos clientes precisam de uma infraestrutura que cresça junto com eles sem abrir mão de segurança, e é isso que oferecemos”, disse Pedro Mac Dowell, CEO da QI Tech.

Com mais de 700 clientes, a QI Tech tem como missão viabilizar, com tecnologia proprietária, mentalidade IA-first, segurança e compliance, a democratização dos serviços financeiros do Brasil.  A empresa oferece infraestrutura completa para prevenção de fraudes, onboarding, Banking as a Service, Lending as a Service, administração e custódia de fundos.

O novo rating acompanha um dos momentos de crescimento mais intensos da história da companhia. Unicórnio desde 2024 e reconhecida pela ANBIMA como a maior administradora e custodiante de FIDCs do país, a QI Tech projeta faturar mais de R$ 2 bilhões em 2026, alta de aproximadamente 80% em relação a 2025.

Para sustentar esse ritmo, a empresa reservou até R$ 4 bilhões para aquisições e tem ampliado sua atuação em novas frentes. Em junho, estreou no mercado de renda fixa privada com o lançamento de um banco liquidante e de um braço de escrituração para debêntures, CRIs, CRAs, certificados de recebíveis e notas comerciais. Em julho, adquiriu a AutoBanking, plataforma de tecnologia para financiamento de veículos, marcando sua entrada no crédito automotivo. A companhia também ampliou sua presença internacional com escritórios em Xangai e no Uruguai.

A Fitch ressalta ainda o baixo risco de crédito das operações, que permanecem em balanço por poucos dias e são majoritariamente cedidas a terceiros, além da elevada qualidade dos ativos, com mais de 70% compostos por títulos públicos.

Outro ponto de destaque é a solidez financeira do grupo, com índice de Basileia de 23,88%, bem acima do mínimo regulatório de 10,5%, alavancagem baixa, de 0,36 vez dívida/EBITDA em junho de 2026, e caixa livre superior à dívida bruta consolidada, complementado por linhas de contingência junto a bancos de primeira linha.



Fonte: NeoFeed

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