[ad_1]
Ler o resumo da matéria
A nova ação da Polícia Federal contra o Banco Master e seus executivos está intensificando a pressão no Congresso por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). O deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) já obteve mais de 171 assinaturas para a criação da CPI e planeja se reunir com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para discutir a instalação, que só poderá ocorrer após o recesso parlamentar em fevereiro.
Rollemberg destaca a importância de responsabilizar os envolvidos, especialmente em relação a um suposto esquema de fraudes de R$ 12 bilhões. Além de sua proposta, há outras duas iniciativas de CPI em andamento, uma mista e outra no Senado, ambas com o número necessário de assinaturas e em articulação com os presidentes das respectivas casas. A pressão da sociedade pode influenciar a decisão do Congresso sobre a instalação das CPIs.
* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed
Brasília – A nova investida da Polícia Federal contra supostas irregularidades cometidas pelo Banco Master e seus executivos deve acelerar a pressão no Congresso Nacional por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre o caso, que parecia improvável de acontecer em um ano eleitoral, portanto mais curto.
Ex-governador do Distrito Federal, o deputado federal governista Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) disse ao NeoFeed que já conseguiu um número “bem superior” às 171 assinaturas necessárias para criar uma CPI a respeito. E que nos próximos dias deve se reunir pessoalmente com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para articular a instalação da Comissão.
Caberá a Motta autorizar a instalação de qualquer CPI na Câmara, que só poderia ser instalada após o fim do recesso parlamentar, no início de fevereiro.
“Um caso desse tamanho é impossível abafar. Tem consequências muito grandes e alguém tem que ser responsabilizado por isso. Quero saudar a PF pela operação de hoje”, afirma Rollemberg, que é autor do primeiro entre os três pedidos que tramitam no Congresso para criação de uma “CPI do Master”.
“A gente sabe que o Daniel Vorcaro construiu muitas relações no Congresso e haverá muita pressão para não se instalar a CPI. Mas por outro lado a pressão da própria sociedade acaba pressionando o Congresso a dar uma resposta também.”
O pedido do deputado visa a aprofundar as investigações sobre as primeiras revelações feitas pela PF, no âmbito da primeira fase da operação “Compliance Zero”, em novembro do ano passado, sobre um suposto esquema de fraudes estimado em R$ 12 bilhões envolvendo a liquidez do Master e a relação com o BRB, banco público de Brasília.
No entanto, outras investigações relacionadas ao caso como as de hoje também devem ser escopo de uma CPI nesses moldes, explica Rollemberg.
“O grande fato pelo menos até agora ainda é o do BRB. E esse rombo não tem como ser escondido. Ou o governo vai ter que cobrir o rombo, ou o BRB vai ter que ser privatizado ou federalizado”, diz o parlamentar.
Além do pedido de Rollemberg para uma CPI, também há outras duas tentativas similares tramitando no Legislativo em Brasília em pleno recesso parlamentar, mas de iniciativa de congressistas da oposição.
Uma CPMI – CPI mista, formada por deputados e senadores –, de autoria do deputado Carlos Jordy (PL-RJ); e outra CPI do Senado, proposta pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE).
Ambos já declararam recentemente que também atingiram o número exigido de assinaturas e já estão articulando a possibilidade de instalação com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que nesses casos é quem precisa instalar essas CPIs.
[ad_2]
Fonte: NeoFeed









