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VW transforma Kombi Samba 1966 em elétrico com motor de e-Up

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Há mais de duas décadas, a Bremen Classic Motorshow marca o início da temporada de carros clássicos na Alemanha. Em 2026, mais uma vez, o evento reúne colecionadores, restauradores e fãs de veículos históricos – e a Volkswagen aproveitou a vitrine para apresentar um projeto especial: um e-Bulli baseado na clássica Kombi T1, na rara versão Samba de 1966.

O modelo passou por uma restauração completa e foi convertido para tração elétrica, entrando na categoria dos chamados electromods – carros antigos modernizados com tecnologia atual.



VW e-Bulli como Samba Restomod

Foto de: Volkswagen

Após a reconstrução total da carroceria, a Kombi recebeu componentes elétricos do próprio portfólio da VW. O motor entrega 61 kW (83 cv) e 212 Nm, números semelhantes aos do antigo e-Up vendido até 2020, e praticamente o dobro da potência do motor boxer original, que tinha apenas 32 kW (44 cv).

A bateria tem 58 kWh, com capacidade de carga de até 100 kW, e provavelmente vem de uma das primeiras versões do ID.3 Pro (a atual usa 59 kWh e aceita até 165 kW).

Suspensão e freios foram reforçados para lidar com o ganho de desempenho. O visual externo manteve a tradicional pintura bicolor da Samba, mas reinterpretada pelo time de design atual, com laranja e detalhes em tom areia fosco. Os faróis agora são em LED, com lentes transparentes, bem diferentes dos vidros canelados originais.



VW Kombi Samba 1966 convertida

Foto de: Volkswagen

Por dentro, o volante fino e quase vertical foi mantido, assim como o painel circular e o rádio, agora com tela digital. O que desapareceu foi a alavanca de câmbio tradicional.

No lugar, a Volkswagen instalou uma console central moderno, com seletor de marchas do e-Up, revestido em couro laranja. A cabine também ganhou bancos em couro bicolor e até assoalho em madeira real, no estilo parquet.

Clássicos como a Kombi ainda despertam sorrisos instantâneos – e isso não muda com a eletrificação. Mas basta olhar para dentro para surgir a controvérsia: o seletor de marchas moderno e laranja dificilmente agrada aos puristas. Para muitos, o interior quebra justamente o encanto que o projeto tenta preservar.

No fim, o e-Bulli mostra bem o dilema dos restomods: até que ponto modernizar sem destruir a alma do original?

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Fonte: UOL

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