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A BYD começou a instalar em larga escala seus novos carregadores ultrarrápidos de até 1.360 kW na China. A movimentação, revelada inicialmente por publicações como a CarNewsChina e o CnEVPost, marca a transição do anúncio técnico para a implementação prática da rede megawatt da marca.
As primeiras estações já aparecem em operação com arquitetura de alta tensão, combinando até 1.000 V e 1.000 A, além de sistema de refrigeração líquida para suportar a potência máxima de 1,36 MW. A promessa é permitir recargas extremamente rápidas em veículos elétricos compatíveis, com recuperação significativa de autonomia em poucos minutos sob condições ideais.

Foto de: CarNewsChina
Mais importante que o número absoluto é a escala. A BYD não está tratando a tecnologia como projeto piloto. A empresa já havia anunciado planos de instalar milhares de estações megawatt na China, integrando a estratégia de expansão da sua nova geração de veículos elétricos preparados para arquiteturas de alta tensão.
E falando aqui do Brasil, a própria BYD já confirmou que pretende trazer os chamados “flash chargers” ao país em 2026, com previsão de centenas de pontos de recarga de alta potência. Se o cronograma for cumprido, seremos o primeiro mercado da América Latina a receber a tecnologia.
Ainda há variáveis relevantes, como capacidade da rede elétrica, padronização técnica e compatibilidade dos veículos vendidos localmente. Hoje, a maior parte dos modelos em circulação no país não opera em níveis próximos a 1 MW, na verdade, ficam bem abaixo disso. Mesmo assim, a confirmação do plano indica que a marca enxerga o mercado brasileiro como parte da sua estratégia global de infraestrutura.

Crédito: Wangsiji do Weibo
Foto de: CarNewsChina
A implantação na China funciona, portanto, como vitrine e campo de validação em escala real. Se a rede ganhar tração e mostrar desempenho consistente, o avanço pode acelerar a discussão sobre recarga ultrarrápida também por aqui.
A disputa pela liderança em veículos elétricos já não se resume a volume de vendas. Infraestrutura passou a ser peça central. E, nesse ponto, a BYD quer jogar no limite da potência.
Fonte: CarNewsChina
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Fonte: UOL









