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Depois da arena do Palmeiras, BTG Pactual compra fatia do Beira-Rio e amplia aposta em esporte


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O BTG Pactual, após assumir o controle da administradora da arena do Palmeiras, também deve controlar a companhia responsável pela exploração comercial do Complexo Beira-Rio.

O banco acertou a compra da participação da Andrade Gutierrez na Brio, que foi criada em 2012 para a reforma do estádio para a Copa do Mundo de 2014 e para a exploração comercial do complexo por 20 anos.

A Brio gerencia áreas e direitos do Beira-Rio, incluindo cadeiras, camarotes, eventos e direitos de imagem. O BTG já era acionista da Brio e agora amplia sua atuação no mercado de gestão de estádios.

O interesse do banco está na exploração dessas estruturas como ativos de entretenimento, com o setor de eventos ao vivo no Brasil alcançando R$ 8,46 bilhões em 2025.

* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed

Depois de assumir o controle da administradora da arena do Palmeiras, o BTG Pactual também deve passar a controlar a companhia responsável pela exploração comercial de áreas, estruturas e direitos do Complexo Beira-Rio.

O NeoFeed apurou que o banco, por meio de um fundo de investimento, acertou os termos para a compra da participação remanescente de 50% da Andrade Gutierrez na Brio. Não foi possível obter os detalhes financeiros da operação, que foi remetida para análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A Brio foi criada em 2012 para viabilizar a reforma do estádio Beira-Rio para a Copa do Mundo de 2014 e, posteriormente, explorar comercialmente parte do complexo pelo prazo de 20 anos. Notícias da época apontam que o custo da obra foi orçado em R$ 331 milhões.

A companhia é responsável pela exploração comercial, operação e administração de áreas, estruturas e direitos sobre o Beira-Rio, incluindo cadeiras, camarotes, espaços destinados a eventos, estacionamentos, alimentos e bebidas, ativos de marketing, incluindo naming rights e sector rights, e direitos de imagem do estádio.

O BTG Pactual já era acionista da Brio e exercia o controle conjunto da companhia com a Andrade Gutierrez. A entrada do banco na sociedade foi aprovada pelo Cade em agosto de 2013. A notícia sobre conversas para uma possível transação foi divulgada no fim de agosto pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

A compra da participação remanescente na Brio mostra como o banco está ampliando sua atuação no mercado de gestão e exploração de estádios. Recentemente, passou a ser sócio majoritário da Real Arenas, empresa responsável pela administração da arena do Palmeiras, que é da WTorre.

A operação envolveu a conversão de parte de créditos que o grupo tinha contra a WTorre em participação societária. A operação foi realizada por meio do fundo Alternative Assets I, controlado pelo BTG Pactual.

O interesse do banco está ligado à exploração dos estádios como ativos de entretenimento e negócios, e não apenas à realização de partidas de futebol. De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Eventos (Abeoc), o setor de eventos ao vivo no país alcançou R$ 8,46 bilhões em 2025.

Os movimentos reforçam a estratégia do banco de atuar em um segmento que combina ativos imobiliários, entretenimento e geração de receitas recorrentes.

Procurados pelo NeoFeed, o BTG Pactual e a Andrade Gutierrez informaram que não iriam comentar.



Fonte: NeoFeed

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