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Por trás da trégua: como o BC esfriou a guerra com o TCU no caso Master

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Após atritos com o TCU e investigações da PF sobre o Banco Master, o clima no Banco Central é de alívio, segundo fontes. A reunião entre o presidente do BC, Gabriel Galípolo, e autoridades do TCU buscou um distensionamento institucional, evitando a ampliação de questionamentos sobre a regulação do BC no caso. A pressão aumentou com tentativas de influenciadores digitais de atacar a atuação do BC e a exigência do TCU por inspeção de documentos sigilosos.

Contudo, a retirada de recursos contra o TCU pelo BC ajudou a reduzir o desgaste institucional. A atuação de Galípolo é vista como eficaz, e a autoridade monetária tem ganhado apoio público. Além disso, o BC conseguiu manter o sigilo das informações, minimizando riscos de novos elementos que possam prejudicar sua posição. O BC não se pronunciou sobre o assunto.

* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed

Brasília – Após atritos com o Tribunal de Contas da União (TCU) e num momento em que a Polícia Federal aprofunda as investigações contra o Banco Master, o clima no Banco Central é de certo “alívio” e de que a “temperatura baixou”, na avaliação de fontes autoridade monetária ouvidas pelo NeoFeed.

Na avaliação de técnicos do BC, a reunião entre o presidente do órgão, Gabriel Galípolo, com autoridades da Corte de Contas, como o próprio presidente Vital do Rêgo e o ministro relator, Jhonatan de Jesus, na segunda-feira, 12 de janeiro, buscou um “distensionamento institucional” entre as instituições.

O encontrou procurou também estancar uma possível ampliação de certo movimento do TCU, conduzido por Jonathan, de questionar a ação regulatória do BC no caso Master.

Com a revelação de que influenciadores digitais tentaram atacar a atuação do BC no caso e também depois que o relator no TCU exigiu uma inspeção nos documentos do processo sigiloso em curso no Banco Central par apuração de possíveis irregularidades envolvendo o Master, houve em Brasília uma sensação de interferência política na autoridade monetária, na leitura de fontes políticas em Brasília.

No entanto, como o BC resolveu retirar recursos contra o TCU a avaliação dentro da autoridade monetária é que o desgaste institucional instaurado desde o fim do ano passado foi distensionado. “A temperatura institucional com STF e TCU foi reduzida, com restabelecimento de um canal funcional”, diz uma fonte.

A leitura da área técnica do BC, que acompanha o caso, é de que a atuação de Galípolo também se mostrou “eficaz” e que após a reunião com o TCU, a autoridade monetária vem ganhando a opinião pública.

Como efeitos positivos de uma eventual pacificação entre BC e a Corte de Contas, esses técnicos do Banco Central também apontam que a autoridade monetária conseguiu manter integralmente o sigilo das informações, conforme determinação do STF, sem qualquer concessão ou entrega de documentação por exemplo. E isso “reduz o risco de produção de fatos novos ou de elementos probatórios que possam favorecer Daniel Vorcaro”.

Em outra amostra de que as tensões podem ter diminuído também em Brasília em torno do caso, numa mudança de postura o ministro do STF, Dias Toffoli, autorizou nesta quarta a segunda fase da operação da PF contra familiares e empresários ligados a Vorcaro e ainda decidiu tornar pública sua decisão.

Em novembro do ano passado, porém, veio a tona que Toffoli até viajou a Lima, no Peru, para a final da Libertadores da América, em jato privado com um advogado que atua no caso Master.

Procurado, o BC disse que não vai se pronunciar a respeito do assunto.

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Fonte: NeoFeed

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