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Ação do UBS sobe ao maior patamar em 17 anos com alívio regulatório na Suíça

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As ações do UBS dispararam após notícias de que o governo suíço pode flexibilizar as regras de capital originalmente propostas, que exigiriam US$ 26 bilhões adicionais em capital principal e foram vistas pelo banco como “extremas” e desproporcionais em relação a outros países.

Parlamentares estudam permitir a emissão de títulos AT1 em vez de equity para subsidiárias estrangeiras, reduzindo custos. O UBS cogitou até mudar sua sede para os EUA devido às exigências.

O banco destacou o risco de perda de competitividade e criticou que as regras originais poderiam forçar o encolhimento da instituição no exterior. Decisão final deve sair após consulta pública até janeiro.

* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed

As ações do UBS atingiram o maior patamar em 17 anos na sexta-feira, 12 de dezembro, na Bolsa de Zurique, após notícias de que o governo da Suíça pode rever seu plano de impor regras mais rígidas de capital ao banco, movimento que fez a instituição cogitar sair do país.

Os papéis do UBS subiram mais de 4% pela manhã, alcançando 35,17 francos suíços (US$ 44,32), maior nível desde fevereiro de 2008, segundo levantamento do Financial Times (FT). Ao longo do dia, perderam força e registravam alta de 3,40% perto das 11h57, horário de Brasília, a 34,63 francos suíços (US$ 43,63).

O otimismo dos investidores veio com notícias de que partidos negociam um formato menos rígido que a proposta original. Legisladores estudam suavizar o ônus de capital adicional para o UBS, permitindo a emissão de títulos AT1 — forma mais barata de capital — em vez de equity para cobrir até metade da capitalização de subsidiárias estrangeiras, segundo o FT.

Em junho, o governo suíço havia proposto regras mais duras para o UBS, exigindo que o banco mantivesse US$ 26 bilhões adicionais em capital principal.

Os reguladores vinham demonstrando preocupação com o tamanho dos bancos desde o colapso do Credit Suisse, resgatado pelo UBS em 2024, avaliando que muitos se tornaram “grandes demais para quebrar” e indicando mudanças para evitar novos resgates com dinheiro público.

O CEO do UBS, Sergio Ermotti, alertou em fevereiro para o risco de uma “reação exagerada” e da possibilidade de perda de competitividade, dependendo das medidas propostas.

Quando os planos foram divulgados, o banco classificou-os como “extremos” e “desproporcionais”, indo além do exigido em outros países. E passou a considerar opções.

Reportagem do FT em novembro revelou que o presidente do UBS, Colm Kelleher, se reuniu com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, para discutir a possibilidade de transferir a sede para território americano.

Uma das críticas do UBS é que as novas regras forçariam um encolhimento da instituição, já que subsidiárias no exterior também teriam de manter mais capital, reduzindo sua presença em várias localidades.

As propostas de capital regulatório vêm pesando nas ações do UBS, que ainda acumulam alta de 23,87% no ano. O valor de mercado soma 108,8 bilhões de francos suíços (US$ 137,2 bilhões).

O governo da Suíça não deve tomar uma decisão sobre as regras antes do fim das consultas públicas a respeito do tema, previstas para ocorrerem até 9 de janeiro.

Segundo o FT, o UBS avaliou que a nova proposta “vai numa direção mais construtiva do que a abordagem extrema” anterior. No entanto, afirmou que “a Suíça já possui um dos regimes mais rígidos de exigência de capital do mundo”.

A instituição declarou defender “fortalecer o ambiente regulatório com medidas pontuais e proporcionais”, alinhadas às práticas internacionais.

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Fonte: NeoFeed

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