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No tombo da Hapvida, a SPX reduziu posição

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Após queda de mais de 48% nas ações da Hapvida após os resultados do 3º trimestre, a SPX, de Rogério Xavier, reduziu sua participação para 3,73% do capital, ante 5,01% em 7/11. A venda ocorreu em meio à perda de confiança do mercado, reflexo de dificuldades da empresa em integrar ativos e controlar custos.

A família Pinheiro aumentou sua participação para 41,4% e a companhia anunciou recompra de ações. No ano, os papéis acumulam queda de 47,8%, com valor de mercado de R$ 8,5 bilhões.

* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed

O tombo de mais de 48% das ações da Hapvida desde a divulgação dos resultados do terceiro trimestre levou o mercado a especular se os principais acionistas participaram do sell-off. Na noite de terça-feira, 18 de novembro, os investidores tiveram uma resposta oficial a respeito de um deles.

Em carta enviada à Hapvida, a SPX, do investidor Rogério Xavier, informou que, em negociações “realizadas ao longo dos últimos dias”, vendeu uma parcela relevante de sua posição. Com isso, passou a deter 18,7 milhões de ações da Hapvida, o equivalente a 3,73% do capital social da companhia.

Trata-se de uma redução expressiva. No formulário de referência mais recente enviado pela Hapvida à CVM, datado de 7 de novembro, a SPX aparecia com uma fatia de 5,01%.

A carta não informa os motivos das vendas, mas as operações ocorreram em meio à perda de confiança do mercado na companhia. Gestoras com menos de 5% de participação zeraram suas posições, pressionando ainda mais os papéis.

Os investidores “jogaram a toalha” após os resultados do terceiro trimestre indicarem que a empresa continua enfrentando dificuldades para integrar ativos e lidar com custos e sinistralidade.

“A Hapvida prometeu dezenas de bilhões de reais em sinergias e não entrega nada”, afirmou um gestor ouvido pelo NeoFeed, sob anonimato, no dia seguinte à divulgação dos resultados.

Com as vendas da SPX, a Squadra Investimentos passou a figurar como um dos maiores acionistas fora da família Pinheiro, com 5,15%. Resta saber se permanece com tal posição, diante das especulações de que a gestora cofundada por Guilherme Aché também vendeu ações. Procurada pelo NeoFeed, a gestora não retornou o contato.

A Squadra chegou a fazer um mea-culpa sobre sua avaliação da Hapvida, classificando o investimento como “um detrator relevante da performance dos fundos”.

Em carta divulgada em agosto, a gestora admitiu ter subestimado o desafio de integrar a grande quantidade de ativos adquiridos, alguns deles exigindo turnaround. Destacou ainda que o preço pago foi “exageradamente alto, não deixando qualquer margem de segurança para eventuais decepções — que foram numerosas”.

Apesar disso, afirmou que, aos preços praticados naquele momento, a Hapvida “oferece relação risco-retorno bastante atraente”. Segundo a gestora, “a operação original mostrou a resiliência do modelo verticalizado e, após um ciclo de reajustes e depuração de carteiras, a rentabilidade da principal empresa adquirida voltou a patamares consideravelmente geradores de valor”.

Enquanto o mercado vendia suas ações, a família Pinheiro atuou para conter o movimento. A PPAR Pinheiro Participações e Investimentos, junto a seus integrantes, passou a deter 196.838.253 ações da Hapvida, correspondentes a 41,4% do capital social.

A Hapvida também anunciou um programa de recompra de ações, tendo adquirido 20 milhões de papéis no mercado.

No ano, as ações da Hapvida acumulam queda de 47,8%, levando o valor de mercado da empresa a R$ 8,5 bilhões.

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Fonte: NeoFeed

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