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A BYD alcançou um marco inédito na história da mobilidade elétrica brasileira: mais de 100 mil veículos 100% elétricos emplacados no país desde o início das operações automotivas em 2022. O volume, registrado em pouco mais de três anos, confirma a fabricante como a principal força da eletrificação no Brasil e evidencia o ritmo acelerado com que a marca ampliou a presença dos carros elétricos no mercado nacional, contribuindo para tornar essa tecnologia acessível a um público mais amplo.
Segundo dados da Fenabrave destacados pela própria empresa, a BYD vendeu mais de sete vezes o volume da segunda colocada no ranking de BEVs. O desempenho também supera quase três vezes a soma das montadoras posicionadas da segunda à décima colocação no mesmo período. Para a marca, o resultado representa não apenas liderança, mas a consolidação de uma mudança estrutural no setor.

BYD – produção na fábrica de Camaçari (BA)
Foto de: BYD
De acordo com Alexandre Baldy, vice-presidente sênior e head de Comercial e Marketing da BYD Brasil, o marco reforça o impacto da empresa no país. Ele afirma que a operação ajudou a redefinir a relação do consumidor brasileiro com a mobilidade ao ampliar o acesso à tecnologia elétrica. Para Baldy, a eletrificação já é uma realidade, e o desempenho nacional evidencia que o mercado está mais receptivo às novas soluções.
A trajetória da BYD no Brasil ganhou força com o avanço do portfólio e da rede de concessionárias. Após iniciar a operação automotiva em 2022, a empresa passou a expandir rapidamente sua presença, inaugurando fábricas, ampliando parcerias e construindo uma estratégia voltada à democratização da tecnologia elétrica. Modelos de entrada como o Dolphin e o Dolphin Mini tiveram papel decisivo nesse processo, atraindo consumidores que antes viam o veículo elétrico como um produto distante.

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Fonte: Motor1 Brasil
O presidente da BYD Brasil, Tyler Li, afirma que a estratégia da marca sempre buscou aproximar a eletrificação do dia a dia do consumidor. Segundo ele, o desempenho de modelos como o Dolphin Mini mostra como o segmento ganhou tração no país em um curto espaço de tempo.
A vantagem econômica do elétrico também contribui para o aumento da procura. Dependendo da região e da possibilidade de recarga residencial, o custo por quilômetro rodado pode ser até 80% menor do que o de veículos a combustão. Incentivos como isenção de rodízio e redução de IPVA — válidos em estados como São Paulo, Distrito Federal, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Norte — reforçam essa atratividade.

Foto de: InsideEVs Brasil
Atualmente, a maior concentração de emplacamentos da BYD está em São Paulo, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, regiões que combinam maior oferta de recarga com um público mais exposto à tecnologia elétrica.
O ranking interno da marca no Brasil destaca a liderança dos compactos: o Dolphin Mini aparece com 48.301 unidades, seguido pelo Dolphin GS (26.916) e pelo Dolphin Plus (7.400). Entre os modelos de maior porte, o sedã Seal soma 7.169 emplacamentos, enquanto o SUV Yuan Plus registra 4.959.

A expansão da rede é outro pilar da estratégia. Com 200 concessionárias em operação e previsão de chegar a 250 nos próximos meses, a BYD reforça sua presença nacional enquanto avança na implementação do complexo industrial em Camaçari (BA), que será o maior da marca fora da Ásia.
Em 2025, a BYD também foi reconhecida pela segunda vez consecutiva como marca mais lembrada na categoria “Carros Elétricos” do prêmio Top of Mind, além de receber o prêmio “Top Performance”, que identifica o maior crescimento de lembrança na pesquisa.
Com o marco de 100 mil veículos elétricos emplacados e novos investimentos em andamento, a BYD assume um papel central na consolidação da eletrificação no Brasil e segue ampliando sua influência na transição para uma mobilidade de baixo carbono no país. Ao menos por enquanto, a empresa segue isolada na liderança do setor, mas outras marcas chinesas começam a mexer suas peças para entrar nesse jogo. A conferir.
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Fonte: UOL









